Gustavo Silveira Ribeiro lê Alberto Pucheu

Sobre Mais cotidiano que o cotidiano, de Alberto Pucheu, ensaio de Gustavo Silveira Ribeiro:

Mais cotidiano que o cotidiano, nesse sentido, é a exploração de uma fissura no tempo, uma pequena abertura que possibilita a contemplação de zonas inesperadas no fluxo de acontecimentos que, na sua sucessão contínua e tantas vezes invisível, chamamos tempo presente. O agora, para Pucheu, são os rasgos no tecido homogêneo do tempo, interrupções que permitem imaginar, ainda que na brevidade de um instante, aquilo que o mundo guarda como potência e força de criação.

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