Dossiê Gertrude Stein no Brasil

Gertrude Stein

1957: tradução (conferência)

“Poetry and Grammar”, Mario Faustino

1959: ensaio, tradução (peças)

four saints in three acts (1927) [fragmento]
listen to me (1938) [fragmento]

“Gertrude Stein e a melodia de timbres”, Augusto de Campos

1965: tradução

Três vidas, Brenno Silveira e José Paulo Paes
Editora Cultrix

1974: ensaio, tradução (peças)

four saints in three acts (1927) [fragmento]
listen to me (1938) [fragmento]

“gertrude é uma gertrude”, Augusto de Campos
1974, Suplemento Literário Minas Gerais; 1979, Através, n. 3; 1986, o anticrítico.

ela é uma chata genial
a única q pegou o outro lado da questão
inglês básico mais repetições

[…]

ela descobriu algo
não é dada não é surrealista
é gertrude stein
gertrude é uma gertrude é uma gertrude é uma

[…]

1983a: tradução (autobiografia)

Autobiografia de todo mundo (1936), Júlio Castañon Guimarães
Editora Nova Fronteira

1983b: tradução (autobiografia)

“Melanctha”, Caetano Veloso

Republicado como apêndice a Três vidas, na edição da CosacNaify

1983c: tradução

“Dinheiro”, Waly Salomão e Suzana de Moraes
Folha de S. Paulo, Folhetim

1984: tradução (autobiografia)

Autobiografia de Alice B. Toklas (1932), Milton Persson
Editora L&PM

1990: intradução, tradução (retratos)

a portrait of one (1913)
if i told him. A Completed Portrait of Picasso
george hugnet (1928)
identity: a tale (1936)

“rosa para gertrude”, Augusto de Campos [intradução]

Porta Retratos: Gertrude Stein, Augusto de Campos

Editora Noa Noa

1994: obra, tradução (retrato)

Portrait of Picasso, Suzana de Moraes

Portrait of Gertrude, Adriana Calcanhotto
No CD Fábrica do poema

1996: ensaio, tradução

“Gertrude Stein: sim e não”, Augusto de Campos
Folha de S. Paulo, Mais!

1997: tradução (peça)

Doutor Faustus liga a luz, Fábio Fonseca de Melo

2000: tradução (peças)

Capitão Walter Arnold, Uma Peça (1916)
Quero que isto seja uma peça, Uma Peça (1916)
Vozes de mulheres (1916)
A seguir. Vida e cartas de Marcel Duchamp (1920)
O rei ou alguma coisa (convida-se o público a dançar) (1917)

Júlio Castañon Guimarães
O Percevejo n. 9

2005: ensaio, tradução (peça)

Parte IV. A questão da identidade. Uma peça

“Ver-ouvir Stein”, Inês Cardoso
Inimigo Rumor 17

2006: ensaio, tradução (retratos, peças)

a portrait of one (1913)
if i told him. A Completed Portrait of Picasso
george hugnet (1928)
identity: a tale (1936)
four saints in three acts (1927) [fragmento]
listen to me (1938) [fragmento]

“Gertrude Stein: sim e não”, Augusto de Campos
1996, Folha de S. Paulo, Mais!; 2006, Poesia da recusa.

Como observou Wendy Steiner, a articulação das frases em unidades similares age anti-sintaticamente, tornando difícil a integração de tais frases sem múltiplas leituras ou mesmo análises das relações entre as cláusulas. Essa dissolução da frase, que interfere com as relações de tempo e de espaço, é um indiscutível feito de Gertrude, revelando-se ainda hoje rica de sugestões.

2007: tradução

Homens, Marília Garcia e Valeska de Aguirre
Inimigo Rumor 20

2008: ensaio, tradução

Três vidas, Vanessa Barbara
Posfácio, Flora Süssekind
Editora CosacNaify

2009a: tradução (conferência)

Composição como explicação, Andrea Mateus
Modo de Usar & Co. 2

Aqueles que estão criando a composição moderna autenticamente são naturalmente apenas importantes quando estiverem mortos porque então a composição moderna tendo se tornado passado é classificada e a descrição dela é clássica. Essa é a razão porque o criador da nova composição nas artes é um fora-da-lei até que seja um clássico, entre eles há menos que um instante e é naturalmente muito ruim muito ruim mesmo para o criador mas também muito ruim mesmo para o apreciador, eles todos realmente apreciariam a criação muito melhor logo após ter sido produzida do que quando já é um clássico, mas é perfeitamente simples que não haja nenhum motivo pelo qual os contemporâneos devessem ver, porque não faria nenhuma diferença já que levam suas vidas na nova composição de qualquer forma, e como todos são naturalmente indolentes ora naturalmente não veem. Por essa razão como ao citar Lord Grey é bem certo que as nações não efetivamente ameaçadas estão militarmente em atraso por pelo menos várias gerações e assim esteticamente estão em atraso por mais de muitas gerações e é muito ruim mesmo, e é tão mais excitante e satisfatório para todo mundo se se pode ter contemporâneos, se todos os seus contemporâneos pudessem ser seus contemporâneos.

2009b: ensaio, tradução (autobiografia)

A autobiografia de Alice B. Toklas, José Rubens Siqueira
Posfácio, Silviano Santiago
Editora CosacNaify

2010: ensaio, tradução (autobiografia)

Autobiografia de todo mundo, Júlio Castañon Guimarães (tradução revista)
Posfácio, Júlio Castañon Guimarães
Editora CosacNaify

2014a: ensaio, tradução (autobiografia)

The autobiography of Rose (1936)

“Rosa não era uma Dália”, Inês Cardoso Martins Moreira
Portfolio #3

2014b: tradução (Tender Buttons)

“Rosbife”, A. M. J. Crawford e Miguel Martins
Modo de Usar & Co. Online

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